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DICAS LINUX

Comando DATE
Digite: date mmddhhmmYYYY
Onde:
mm = mês
dd = dia
hh = hora
mm = minuto
YYYY = ano
Para salvar a data na BIOS
Digite: clock –w
Utilizar o help

Digite: comando –help
Como vizualizar informações sobre as suas placas PCI?
Em um terminal digite:
cat /proc/pci

Como Descompactar arquivos *.tar.gz
Em um terminal digite: tar -xvzf arquivo.tar.gz

Como Descompactar arquivos *.tar
Em um terminal digite: tar -xvf arquivo.tar

Como Descompactar arquivos gzip(tgz,,tar.gz,.Z,.z ou _z)
Em um terminal digite: gzip -d nome.tgz, ou gunzip nome.tgz
Como descomapctar arquivos .bz2
Em um terminal: tar -yxvf arquivo.tar.bz2

Arquivos TAR
tar cvzf nome_arquivo /diretório = compacta arquivo (extensão tar.gz)
c = cria novo arquivo tar.gz
v= verbose (mostra a compactação de cada arquivo)
z = compcta
f= indica o arquivo que irá receber os arquivos
tar xvzf nome_arquivo –C / diretório = descompacta
x = descompacta
-C = indica o local a ser descompactado
tar cvjf nome.tar.bzip2 / diretório = compacta
j = compacta
tar x ... = descompacta

Pacotes RPM
rpm –qa = mostra todos os pacotes instalados
rpm –qa = | grep telnet = mostra se telnet está instalado
rpm –ql = mostra onde está instalado cada arquivo do pacote
rpm -e - Desinstala o pacote;

---Para a consulta de um algum pacote, você deve digitar rpm -q*, onde * é uma opção de consulta de um determinado pacote a ser consultado, listado com detalhes abaixo:
-a Lista todos os pacotes instalados
-d Todos os arquivos de um pacote que são marcados como documentação são listados com essa opção de consulta.
-p nome_do_pacote Dá o nome do nome do pacote especificado
-f arquivo Lista o pacote com o arquivo especificado
-c Lista os arquivos de um pacote que são marcados como de configuração
-i Informações completas de um determinado pacote
-s Mostra o estado dos arquivos de em um pacote
-l Lista todos os arquivos de um determinado pacote

Instalando pacotes RPM em um diretório diferente do default
Digite: rpm -ivh --prefix /diretorio nome_programa.i386.rpm

Resolvendo problemas de lib
---À vezes, a gente instala umas libs e depois ao instalar os programas da erro de que a lib não foi encontrada. Isso se deve por que dependendo da versão do linux o arquivo /etc/ld.so.conf não contém o caminho para o diretório /usr/local/lib (onde a maioria das libs são instaladas). Para resolver este problema edite o arquivo: /etc/ld.so.conf e insira o caminho onde a lib foi instalada, por exemplo: /usr/local/lib.
Feito isso digite: ldconfig
Como proteger contra entradas "indevidas" pelo linux single?
1.edite o arquivo /etc/lilo.conf
2.inclua logo abaixo da linha que contém boot=/... o seguinte comando: password="senha"
3.retire os atributos de leitura para group e others: chmod 600 /etc/lilo.conf
4.execute o lilo: lilo
CRIPTOGRAFANDO ARQUIVOS COM O VI
O VI pode ser usado para criptogradar arquivos. Basta usar a opção :X no modo de comando, e entrar com a senha.

Dicas para uma boa senha
- Insira pelo menos dois números ou pelo menos um caracter especial (@ # $ % etc) juntamente com os caracteres alfabéticos.
- Misture letras minúsculas e maiúsculas. A senha deve ser diferente do login (o nome de sua caixa postal) e de qualquer combinação dessas mesmas letras.
- A senha não deve ser seu nome, sobrenome, número de telefone, data de aniversário, nome do seu provedor, sua cidade (mesmo que sejam escritos de trás para frente), etc, pois esses dados são os primeiros a serem testados por violadores de sistemas.
- Não utilize palavras de dicionários, ou seja, palavras existentes, mesmo as consideradas "difíceis" e pouco utilizadas. Existem vários programas que testam palavras como senhas, sendo que as primeiras a serem testadas são as de dicionários.
- Pegue uma palavra qualquer e a "transforme". Por exemplo: ao invés da senha "palavra" , use p*L@Vra1. Perceba que essa senha pode ser memorizada facilmente, pois é só lembrar na palavra original e nas transformações feitas. E mesmo assim, não tem nada a ver com nenhuma palavra existente.

Abortar o X-Windows
Para abortar o X-Windows, tecle simultaneamente: Ctrl + ALt + BackSapce

Montar uma mída de disquete ou cd-rom
Mude para o diretório especificado ( floppy ou cdrom)
Monte utilizando o comando :
mount -t type /dev/device/mnt/floppy --> para o disquete
mount -t type /dev/device/mnt/cdrom --> para o cdrom

Desmontando uma mídia de disquete ou cd-rom
Digite unmount / mmt / location

VI
---O VI é um dos editores de texto puro (ASCII) mais usados não só no Linux como também nos outros *nix. Basicamente ele tem três modos: inserção, escape e comando. O modo de inserção é para digitar o texto. O modo escape e o modo linha de comando são para editar, salvar, desfazer e demais tarefas.
Modo Escape
-Insert sai do modo escape e inicia o modo inserção
-Ctrl+g mostra o nome do arquivo e o número da linha atual
-Ctrl+f vai para a tela seguinte
-Ctrl+b vai para a tela anterior
-H move o cursor para a primeira linha da tela
-M move o cursor para o meio da tela
-L move o cursor para a última linha da tela
-h move o cursor para o caracter a esquerda
-j desloca o cursor uma linha abaixo
-yy copia a linha para área de transferência
-p “cola” a conteúdo da área de transferência
-k desloca o cursor uma linha acima
-l desloca o cursor para caracter a direita
-w move o cursor para o início da próxima palavra
-b move o cursor para o início da palavra anterior
x deleta o caracter sob o cursor
-dd deleta a linha sob o cursor

Modo linha de comando - deve-se estar no modo escape
/palavra procura próxima ocorrência de palavra no texto -
?palavra procura ocorrência anterior de palavra no texto -
:w salva o arquivo atual (se quiser especificar um nome, use w nome)-
:q sai do VI
:q! sai sem gravar
:wq salva o arquivo e sai do VI

Modo inserção
-Insert Ativa/desativa replace (substituição
-ESC Entra no modo escape

Renomeando Maiúsculas Para Minúsculas
Para renomear todos os arquivos de um diretório de maiúsculas para minúsculas, em um terminal use:
for file in *
do
mv $file `echo $file | tr [:upper:] [:lower:]` 2>/dev/null
done

Visualizar e inserir novos diretórios no PATH
1)Para visualizar quais os caminhos (diretórios) estão no PATH:
Digite: echo PATH=$PATH
2)Para inserir novos diretórios no PATH.
Digite: echo PATH=$PATH:/dir_a_ser_incluido
Exemplo: echo PATH= $PATH:/usr/locl/lib
---Estas modificações são temporárias, para que se tornem sempre efetivas, edite o arquivo /etc/profile e insira a seguinte linha:
digite: PATH=$PATH:/dir_a_ser_incluido

Adicionar usuários no sistema
Em um terminal digite: adduser nick_do_usuario

Apagar usuário no sistema
Em um terminal digite: userdel nick_do_usuario

Comando cat
---O comando cat cria, lista e concatena arquivos.
---A sintaxe do comando é a seguinte:
cat > nome_do_arquivo
---Após digitar tudo, você deve pressionar CTRL+D, automaticamente o arquivo é salvo com o nome que você designou.
---Com o comando cat você também pode visualizar o conteúdo de um arquivo.
---Digite:
cat nomedoarquivo
---Seu arquivo será visualizado no monitor. Se o mesmo ultrapassar o tamanho de linhas do seu monitor, adicione o seguinte parâmetro:
| more
---O comando irá ficar o seguinte:
cat nomedoarquivo | more
---Pronto, seu arquivo será listado pausadamente.

Concatenando arquivos com o comando cat
Para concatenar arquivos, basta entrar em um terminal e usar o comando cat. Como por exemplo:
cat arquivo1.txt arquivo2.txt > agenda.txt
Ou seja, você copiou 2 arquivos para um único. Você também pode concatenar apenas um arquivo ao outro, bastando ao usar o comando cat colocar apenas um arquivo, ao invés de dois como exemplificamos. Veja:
cat arquivo1.txt > agenda2.txt

Criar links simbólicos
Entre no diretório onde se encontra o arquivo que deseja linkar, e digite:
ln -s /usr/local/nome_do_arquivo nome_do_arquivo

Desligar o sistema
No console digite: halt

Fazendo Pesquisas Rápidas
---Nesse tutorial eu vou explicar como realizar pesquisas em seu sistema rapidamente, pois utilizando o comando find dependendo do tamanho do sistema ou do arquivo que está procurando, demora segundos ou até minutos para a pesquisa ser efetuada.
O comando find
---O comando find é utilizado para localizar arquivos no sistema. Você já deve ter esperado minutos para sua pesquisa ser realizada. A sintaxe do comando find pra um arquivo qualquer no sistema é:
find / -name nome_do_arquivo

Listando módulos
---Em um console digite: /sbin/lsmod

Matando todos os processos de um usuário
Há várias maneiras de se matar todos os processos de um único usuário. Veja algumas delas abaixo:
grep -u usuario | xargs kill -9
ou
kill -9 'ps -u usuario -format pid'
ou
pkill -9 -u usuario

Mudar a senha do usuário no sistema
Em um terminal digite: passwd nick_do_usuario

Procurar palavras em arquivos
Digite: grep palavra_que_vc_procura /arquivo

Reinicializar o sistema
No console digite: init 6

Para remover o diretório sem ter que remover seu conteúdo
rm -f -r nome_diretorio

Simular um Boot
Digite:dmesg | less

Tornar-se root
Às vezes, você precisa tornar-se root sem sair do terminal.
Digite: su root
Você deverá digitar a senha do root.

Encontrando arquivos com DU
Para realizar uma busca mais eficiente de um arquivo, podemos usar o du e o grep em conjunto, e sua sintaxe é:
du -a |grep nome_do_arquivo.extenção

Ver o espaço livre no HD
Em um terminal digite: df

Visualizando processos com o comando ps
---O ps é um utilitário padrão do Linux usado para gerenciar processos em um sistema. O comando ps sozinho produz uma lista de todos os processos que pertecem a um determinado usuário, junto com o ID do processo, o terminal em que está sendo executado, o status do processo, o tempo de CPU usado, a linha de comando e o nome do processo em si.
---Linhas de Comandos do ps
ps -a : Lista todos os processos, mesmo aqueles não pertencentes ao usuário que executa o ps.
ps -x : Lista os processos que não possuem um terminal de controle.
ps -u : Exibe informações sobre o ID de usuário e uso da memória.
ps -j : Exibe informações de serviços. Lista de IDs de usário e grupo do processo no formato numérico.
ps -f : Exibe informações de processo em formato de árvore mostrando os processos e seus relacionamentos.

Comandos Básicos para o Linux
Esta é uma pequena lista de comandos do Linux. Apesar de simples e pequena, é essencial para começar a trabalhar no linux.

ltop = mostra processos em tempo real
less / more = paginação de arquivos
wc = mostra tamanho do arquivo / número linhas / número palavras
sort –n arquivo = ordem crescente
sort –r arquivo = ordem decrescente
sort –n arquivo >nome_arquivo = cria arquivo
cat = mostra conteúdo do arquivo
tac = mostra conteúdo do arquivo ordem inversa
nl = mostra conteúdo do arquivo numerando as linhas
head = mostra linhas iniciais do arquivo (head –n 40 = mostra os 40 1º)
tail = mostra as 10 últimas linhas do arquivo
tail –f = mostra o conteúdo em tempo real (ex: arquivo de log)
cup arq1 arq2 (compara arquivos =arquivo binário ou texto)
diff arq1 arq2 (compara arquivos = somente arquivo texto)
which comando = mostra o caminho do comando
chmod +x arquivo_bash = permissão de execução (./arquikvo_bash = executa)
chsh –l = todos os interpretadores do linux (bash – bourne again shell (fica no
(/bin/bash)
eject = abre a gaveta do CDROM
eject –t = fecha a gaveta do CDROM
date mmddhhmm = muda data e hora do sistema, onde:
mm=mês / dd=dia / hh=hora / mm=minuto
clock –w = sincroniza dados do bios com SO
tty = mostra qual console está em uso
uname –r = verifica a versão do kernel
touch = cria arquivo ou muda data de criação dos arquivos
rm –rf (r=recursivo / f=sem confirmação)
rmdir = apaga diretório vazio
pwd = mostra diretório atual
du –h = espaço de cada arquivo no diretório atual
df –h = mostra espaço livre na partição
mv = move arquivo ou renomeia arquivos
ls –l = lista longa
ls –a mostra também arquivos ocultos (começam com .)
ls- d diretório = mostra diretório específico se existir
ls –F = especifica quais são arquivos / diretório / links
ls [a-f]* = mostra tudo que começa com a até f
curingas
* todos
? substitui um caracter
. indica o diretório corrente
ctrl c = finaliza execução processo
ctrl z = congela execução processo (bg nº descongela e libera terminal
fg nº descongela e não libera terminal)
kill –9 nº PID = mata processo (9 sinal mais forte (sigkill) 15 sinal padrão)
kill –9 nome_processo = mata pelo nome do processo
kill –l = mostra lista dos sinais do kill
kill –9 bash = mata interpretador e volta para tela de login
nohup comando = executa mesmo depois de sair do terminal
nice –n –18 updatedb& = define prioridade na execuçãodo processo
renice nova_prioridade –p nºPID = muda prioridade (-20 maior prior.19 maior)
ps –a = processos todos usuários
ps –u = processos por nome usuário
ps –x = processo sem controle de terminal (próprio sistema)
ps aux = combinação dos ps acima
top = monitor de processo em tempo real
jobs = mostra processos em background
grep –l palavra* = lista arquivo que contenha a palavra especificada
sync = transfere dados da memória para disco
uname –r = mostra versão do kernel
uname –a = mostra informações gerais
time find /-name nome_arquivo = mostra tempo que gastou para achar arq
uptime = tempo que sistema está no ar
ln –s ifconfig teste = cria link simbólico do comando especif. com nome teste
shift + page down / page up = desce e sobe tela
ctrl + alt + back space = mata modo gráfico
gpm stop ou start = pára ou inicia serviço do mouse
find / -name nome_arquivo = procura arquivos
locate = faz busca de arquivos usando base de dados (slocate.db)
updatedb = aualiza base
man comando = documentação sobre o comando
info comando = idem acima
comando –help = idem acima
OBS: /usr/share/doc = documentação do sistema

Permissões de Arquivos
Um dos sistemas de controle que asseguram a integridade dos dados e do sistema no Linux, é a permissão de diretórios e arquivos. Neste tutorial apresentaremos uma introdução sobre estas permissões.
Basicamente há três conjuntos de permissões de acesso:
- para leitura (r - read);
- para escrita (w - write);
- para execução (x -execute).
Para verificar as pemissões de arquivos e diretórios, basta em um terminal digitar:
ls -l
Tomemos o resultado abaixo como exemplo da utilização deste comando:
drwxr-xr-x 11 usuario users 4096 Ago 26 18:57 linuxon
-rw-rw-r-- 1 usuario users 948 Jun 21 16:40 curiosidades.txt
A primeira letra da primeira coluna representa o tipo de arquivo (d = diretório, l = link simbólico) e as letras seguintes representam as permissões do arquivo ou diretório. Sendo as três primeiras letras representações das permissões do dono do arquivo, as três letras seguintes representam as permissões dos usuários pertencentes ao grupo (que neste caso o grupo é o users), e as três últimas letras da primeira coluna representam as permissões para outros usuários do sistema que não pertencem ao grupo.
Observe que o dono do diretório linuxon pode ler, escrever e "executar" o diretório ("executar" o diretório significa acessá-lo); tanto os usuários do grupo users, como os outros usuários do sistema não pertencentes ao grupo users têm permissões para ler e "executar" o diretório. Já o arquivo curiosidades.txt pode ser lido e editado pelo dono e pelo os usuários pertencentes ao grupo users, no entanto os outros usuários do sistema não pertencentes ao grupo users apenas poderão ler o arquivo.
O comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios é o chmod, e sua sintaxe é:
chmod --opções XXX arquivo_ou_dir sendo que XXX é o valor que representa as permissões desejadas para o arquivo ou diretório.

Devo explicar que cada um dos três números que correspondem ao valor representa a soma das permissões do dono, dos usuários pertencentes ao grupo, e dos usuários não pertencentes ao grupo respectivamente. Sendo que cada conjunto de permissão corresponde a um valor numérico:
r = 4;
w = 2;
x = 1;
- = 0.
E como se observa no primeiro exemplo da tabela dada, o valor 600 nos diz que o dono tem a permissão de ler e escrever o arquivo ("r" + "w" + "-" = 4 + 2 + 0 = 6), os usuários pertencentes ao grupo não possuem nenhuma permissão ("-" + "-" + "-" = 0 + 0 + 0 = 0), tal como os outros usuários do sistema não pertencentes ao grupo. Como de fato pode ser resumido:
rw- = 6 (permissões do dono);
--- = 0 (permissões dos usuários pertencentes ao grupo);
--- = 0 (permissões dos outros usuários do sistema não pertencentes ao grupo).
Como exemplo, iremos mudar as permissões do arquivo curiosidades.txt, fazendo com que o mesmo possa ser lido e escrito por todos. E para isto utilizaremos o seguinte comando:
chmod 777 curiosidades.txt
Para obter maiores informações sobre o chmod você poderá usar os seguintes comandos:
man chmod
info chmod
chmod --help
Obs: Apenas o dono do arquivo poderá alterá-lo, e os links simbólicos não pode ter suas permissões alteradas.

Código Cores Linux
Verde = Executável
Azul escuro = Diretório
Azul claro = Link simbólico
Branco = Arquivo comum
Amarelo = Arquivo caracter e Driver Dispositivo
Vermelho = Arquivo compactado ou RPM

Como conceder permissão de root a um usuário
vi /etc/passwd
na linha root:x:0 0 = os zeros significam root

formatar físico
fdformat /dev/fd0

formatar especificando o tipo de sistema
mkfs /dev/fd0 –t vfat
OBS: consultar as várias opções do mkfs com tab tab

Arquivos especiais
/etc/fstab = contém a tabela de parâmetros para a montagem de discos

Parâmetros do arquivo fstab
defaults = nouser, rw, suid, dev, exec, auto, async
nouser = usuário comum não monta
rw = leitura / gravação
suid = permite execução para qualquer usuário
dev = permite utilização de arquivos de blocos ou dispositivo
exec = permite que execute arquivos binários naquela partição
auto = executar automático no boot
noauto = não executar automático no boot
async = não será aguardado o término de execução do programa para gravar na partição
sync = será aguardado ...

OBS: Atualizar arquivo FSTAB (mount –a)

Criar disco boot para instalação
dd if=boot.img of=dev/fd0

Copiar disco para disco
dd if=/dev/fd0 of=linux.img

Recortando campos de um arquivo
cut –f1,4 –d: /etc/passwd
-f1,4 = 1ª e 4ª coluna
-f1-5 = do 1º ao 5º
-d = delimitador

paste arq1 arq2 >arq3 = cola arq1 e arq2 no arq3
paste –d: arq1 arq2 >arq3 = com delimitador :

Rede
ifconfig = mostra configuração da rede
ifconfig eth0 down = derruba placa de rede
ifconfig etho up = sobe placa de rede
router –n = mostra tabela de roteamento
route add –net 0.0.0.0 gw 192.168.200.10 = adiciona endereço gatway
traceroute ip = mostra o caminho percorrido até chegar ao destino

SSH
daemon = sshd
vi /etc/ssh/shd_config = arquivo de configuração do ssh

service sshd start ou stop = inicia ou pára o serviço ssh
ssh –l usuário ip

Download no ssh
scp diretorio/arquivo remoto usuario local@IP Local:diretorio destino
EX: scp /mrtg/teste1.txt root@192.168.200.47:/root/mrtg

Upload no ssh
scp arquivo usuário@ip:/diretório

Principais comando FTP
Download
get arquivo = download do arquivo
mget arquivos = download de vários arquivos
prompt = habilita para não pedir confirmação de cada download
Upload
put arquivo = upload do arquivo
nput arquivos = upnload de vários arquivos
prompt = idem acima
lcd = mostra diretório que você está em sua máquina
lcd diretório = vai para diretorio específicado em sua máquina
! comando = executa comando em sua máquina
bin = para transferência de arquivos executáveis
bye ou quit = termina ftp

Diretórios do Linux
bin - Arquivos executáveis (binários) de comandos essências pertencentes ao sistema e que são utilizados com freqüência.
sbin - Arquivos de sistema essenciais
boot - Arquivos estáticos de boot ou inicialização.
dev - Arquivos de dispositivos de entrada/saída.
etc - Configuração do sistema da máquina local com arquivos diversos para a administração de sistema.
lib - Arquivos de bibliotecas compartilhadas usadas com freqüência.
mnt - Ponto de montagem de partição temporária.
tmp - Arquivos temporários gerados por alguns utilitários.
var - Ficam os arquivos de informação variável..
home - Diretórios dos usuários.
root - Diretório local do superusuário (root)
usr - Todos os arquivos de usuários devem estar aqui (Ex: quando você instala um programa o executável geralmente fica em: /usr/local/bin.

Extensões de Arquivos no Linux
.bmp - arquivo gráfico bitmap
.pbm - bitmap portável
.gif - arquivo gráfico gif
.jpg - arquivo gráfico jpeg
.html - documento html
.tif - arquivo gráfico tiff
.ag - arquivo gráfico applixware
.as - arquivo de planilha applixware
.aw - processamento de textos applixware
.c - arquivo fonte C
.m - arquivo fonte C objetivo
.h - arquivo de cabeçalho c
.C ou .cc ou .cxx - arquivo fonte C++
.o- arquivo de objeto compilado
.p - pascal
.conf - arquivo de configuração
.db - data base (banco de dados)
.dvi - saída tex independente de dispositivo
.gz - arquivo compactado (gnu gzip)
.pdf - adobe acrobate
.ps - postscript
.s - assembler
.tar - arquivo tar .tg - tar compactado
.txt - texto
.Z - arquivo compactado (compress)
.1 - contêm entradas de documentação (1-9)

Visualizar a partição do Windows no linux
---Através do seguinte comando:
mount -t vfat /dev/hdxx /win
hdxx = xx: depende em qual partição o seu Windows está. (ex: hda1: primeira partição, do HD primário master)
/win: você precisa ter este dir no linux: se não o tiver, no diretório raiz (/) digite: mkdir /win
---Para acessar os arquivos da partição do Windows, basta acessar o diretório /win.


Montar a partição do Windows automaticamente ao inicializar o Linux
---Se você cansou de digitar sempre: mount -t vfat, e deseja que a sua partição seja mountada automaticamente ao inicializar o Linux ai vai a dica:
---Edite o aquivo /etc/fstab e acrescente na última linha:
/dev/hdxx /win vfat defaults 0 0
Obs:
- /win: este diretório tem que existir na sua partição Linux.
- xx: depende qual partição você deseja mountar( xx= a1 = > IDE primário, master)


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